A JKA PORTUGAL representa uma ligação entre Associações de Karate,

que proporciona a todos os seus praticantes os princípios da Escola JKA

e o seu "know-how” técnico, adquiridos directamente no Japão.

ASKP - Associação Shotokan Karate-Do Portugal

Responsável Técnico | Peté Pacheco

Morada | Rua António da Glória nº 38/40 | 1250-217 Lisboa

Telefone | [+351] 213 463 764

Email | This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

website | www.askp-karate.com

Dojos | 42 Dojos

Instrutores Responsáveis pelos Dojos | 32 Instrutores

Praticantes | 1300 praticantes

Filiação | JKA PORTUGAL | JKA WORLD FEDERATION| FEDERAÇÃO NACIONAL DE KARATE PORTUGAL


 

HISTÓRIA da ASKP


O Karate Shotokan começou a ser praticado nos finais dos anos 60 no CentroPortuguês de Karate, situado na Parede. Em 1969, três dos sócios fundadores do CPK, Carlos Antunes Pereira, Afonso Lopes Vieira e Luís Cunha iniciaram o Centro Nacional de Karate na Casa da Mocidade situada na Almeida Brandão em Lisboa.

Neste Centro, a “chama” JKA alastrou-se com um sulafricano 1º Dan, Ronald Clark, aluno do Sensei Stan Schmith, Instrutor JKA da África do Sul e residente em Portugal na altura. Durante os três anos que se seguiram, com o apoio do Secretariado para a Juventude do então Ministério da Educação, realizaram-se Estágios com os Senseis japoneses Miyazaki, Enoeda, Kato, Shimohara, Higaonna e Kanazawa.

Nos finais de 1972, um dos Instrutores deste Centro Nacional de Karate, Afonso Lopes Vieira e dois dos praticantes mais graduados, Peté Pacheco e Vilaça Pinto, decidiram após o Estágio do Sensei Kanazawa partir para o Japão e dedicarem-se ao Karate JKA. Com o regresso de Vilaça Pinto em 1974 e de Peté Pacheco e Afonso Vieira em 1975/6 criou-se a Associação Shotokan Karatedo Portugal (ASKP). Ela nasceu com o propósito de divulgar a pratica do Karate segundo os ensinamentos colhidos nos Dojos dos Senseis Nakayama, Kanazawa e no Hombu-Dojo da JKA em Tóquio. Os seus sócios fundadores foram para além deles, Carlos Pereira, Nuno Lobo, Henrique Moreira e Eduardo Lourenço. A realidade de um período de treino prolongado no Japão tinha proporcionado a montagem da matéria de ensino de uma Escola. A Técnica do Karate que foi trazida da experiência 1972 a 1975 foi o conteúdo de ensino que se divulgou durante toda a década de 70 em Portugal pela ASKP.

Posteriormente, como fruto do treino prolongado de Peté Pacheco durante 3 anos na Classe de Instrutores da JKA, em Tóquio, e com o seu regresso em 1980, proporcionou na ASKP uma década de treino intenso de Instrutores nacionais, que daí se constituiu e que conduziu a ASKP para uma dimensão de Karate só entendida pela prática intensiva.
A aplicação da técnica colhida na década anterior permitiu a maturidade de um grupo de nomes que marcaram esse tempo como António Pula, Paulo Álvaro, Luís Alves, Júlio Crespo, Arnaldo Sousa, Luís Miranda, Gertrudes Évora, Tony Silva, Joel Fontes, Octávio Rodrigues, Reinaldo Rodrigues, Edmundo Reis, Alfredo Henriques, Reinaldo Portas, e outros. Esses nomes foram os figurantes dessa época com o advento das competições da FPKDA-Federação Portuguesa de Karate e Disciplinas Associadas, e que marcou uma época competitiva áurea para a ASKP.

A década seguinte, a de 90, representou para a ASKP “o sair para o nível internacional”. A classificação de Peté Pacheco e posteriormente de António Pula como Árbitros Internacionais Europeus permitiu a estruturação da Arbitragem da Liga-LPKS, a formação de muitos Juízes e Árbitros que conduziram os Campeonatos Anuais de Shotokan juntamente com outras Associações, com competência e nível, permitindo a selecção dos melhores competidores nacionais para composição base das equipes de representação internacional e que trouxeram bons resultados para o Karate Nacional. Dentro desta Liga, muitos competidores, filhos da ASKP, levaram Portugal ao podium e participaram com aproveitamento nos Campeonatos Europeus como sejam Paula Marques, Bruno Pula, Hugo Gato, Hugo Camacho, Pedro Carreiro, Teresa Bernardo, Ana Rodrigues, Ana Val e outros.

Nos anos que se seguiram e que continuam na actualidade, a ASKP tem acompanhado a enorme evolução desta modalidade e que tomou uma maior dimensão. Se por um lado a pratica tem conseguido manter os “velhos” no treino, por outro, tem acompanhado o “boom” do Karate infantil. Enquanto que, nos anos 70, o praticante iniciado tinha, na sua maioria, uma idade compreendida entre os 16 e os 20 anos, hoje em dia começa-se a praticar Karate na ASKP aos 5 anos. Na ASKP actualmente treinam muitas centenas de crianças.

A ASKP continua ligada à JKA-Internacional, a nível nacional à JKA-Portugal, o que lhe permite estar constantemente a acompanhar a evolução do Karate.

Associações Filiadas

ASSOCIAÇÃO SHOTOKAN KARATE-DO PORTUGAL ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ARTES MARCIAIS UNIÃO DE KARATE SHOTOKAN PORTUGAL